sexta-feira, 17 de agosto de 2018

Curiosidades | Retrospectiva Bienal 2018




Olá leitores, tudo bem com vocês?

No dia 11 de agosto,  fui a 25° Bienal Internacional do Livro, aqui em São Paulo. Como de costume reservei o dia para visitar os estandes, conhecer novos lançamentos e ver as novidades das editoras. Essa foi a minha terceira Bienal e tive experiencias positivas e outras não tão satisfatórias.

Os preços caíram

Isso mesmo, leitores! Essa Bienal estava recheada de preço baixos. Diversos livros na editora Novo Conceito, Novo Século e Arqueiro estavam com preços bem acessíveis. Muitos estandes ofereciam bons títulos como por exemplo "A teoria de tudo" ou a série " A seleção", com valores de R$ 5,00 á R$ 20,00. E lógico, que aproveitei as promoções!

Filas para entrar nos estandes

Obviamente se você está acostumado a ir na Bienal, sabe que estará lotado, então ser paciente é uma regra fundamental neste  tipo de evento. Porém, algumas editoras priorizaram a entrada de seus estandes (no dia que fui), o que foi um tanto desagradável. Filas longas, para pagar seus livros é uma coisa, mas ficar quase uma hora para acessar um estande é outra.  Muitos leitores tiveram que ter muita, muita paciência com a situação. O que foi uma pena! Eu por exemplo, não visitei os estandes da Intrínseca, Rocco, Panini e Darkside ( Representada pelo estande do Submarino) por conta deste fator. Foi criativo colocar personagens ou elementos para fotografia de seus leitores, mas por serem na entrada, liberando os leitores aos poucos, tornou a experiencia cansativa.

Cenários na lateral dos estandes

Por outro lado, também havia editoras que usaram seus cenários a favor. As Editoras Leya e Grupo Editorial Record colocaram seus cenários na lateral de seus estandes, mantendo as filas ao lado de fora, possibilitando assim a entrada dos demais leitores em seus espaços sem perderem público. Super aprovado!

Gastando menos do que imaginava

Como já tinha mencionado aqui no blog, este ano tenho muitas leituras pendentes na estante e prometi que tentaria ler estes livros, não comprando novos, mas.... ir para Bienal e não comprar livros é uma missão impossível para mim. Então, determinei um valor para utilizar no evento. Para minha surpresa, consegui comprar 7 livros e 2 Hqs, o que foi muita  coisa, já que não era uma quantia alta. Como consegui este milagre? Os livros comprados variaram entre R$ 10,00 á R$ 20,00 no máximo. Confira títulos abaixo:


Espero que tenham gostado da retrospectiva desta Bienal.
Até a próxima, leitores!

quarta-feira, 25 de abril de 2018

Resenha | A Garota do Calendário - Março - Audrey Carlan - Livro 3




Autor: Audrey Carlan
Editora: Verus Editora
Páginas: 144
Avaliação:
    


Após conviver o mês de fevereiro na companhia do excêntrico pintor francês Alec, a nova missão de Mia no mês de Março é ir para Chicago e se passar por noiva do empresário e boxeador Anthony Fasano, descendente de uma família muito tradicional italiana. Ao ver Tony, Mia se questiona sobre o real motivo de estar ali, já que ele é um homem de boa aparência, bem-sucedido e encantador. Mas logo Mia descobre que a farsa para a qual foi contratada, na verdade serve para esconder o maior segredo de seu cliente, Tony é gay e tem um companheiro à anos. A medida que o convívio de Mia com Tony e Hector aumenta, a situação acaba atrapalhando a intimidade do casal pela constante preocupação de enganar a família Fasano. O trio compreende que mais cedo ou mais tarde a mentira criada por Tony para permanecer no armário, terá que acabar e que o amor por mais duradouro, às vezes pode se tornar extremamente frágil quando as atitudes contribuem para o fim. 

O livro de Março já é um dos meus favoritos dessa série. O terceiro livro aborda diversos temas, saindo do padrão e do aspecto previsível dos dois primeiros. Neste mês, Mia foi além do prazer, ela conquistou novas amizades, visitou sua melhor amiga, cuidou de seu pai e irmã, teve o primeiro contato direto com o agiota de feriu seu pai, o enfrentando e ainda reencontrou o apaixonante Wes. Foram acontecimentos importantes para a personagem, movimentando a estória, estabilizando o enredo principal e colocando a vida sexual de Mia em segundo plano. Mais momentos, menos sexo. Isso funcionou muito bem no livro do mês de Março.

Além disso, tudo que envolveu Tony e Hector foi algo muito bonito de ler. Eles são completamente apaixonados um pelo outro, compartilham uma vida juntos as escondidas, mas Tony se vê obrigado a seguir padrões sociais por ser o único herdeiro homem de sua família, sentindo-se responsável por passar o nome Fasano com suas posses para a próxima geração. Porém o que Tony não percebe é que suas atitudes machucam Hector, colocando assim o amor deles à prova. Dessa maneira temos duas vidas paralelas que acabam se juntando por conta de seus problemas com seus familiares, isso faz com que Mia saia da sua bolha de problemas, se preocupando em ajudar pessoas a conseguirem algo mais importante que o dinheiro: a felicidade. 

Poder ler sobre esses diferentes contextos, dá ao leitor uma nova perspectiva sobre o futuro da protagonista. Mia tem uma missão, mas sua jornada também trará muitos conhecimentos em relação as pessoas e sobre si mesma. Esse livro deixou isso claro. Não queria que este mês tivesse acabando. Espero que Mia reencontre seus amigos Tony e Hector um dia, pois com certeza a jovem marcou o romance dos dois. 

Bom, que venha Abril!


quinta-feira, 8 de março de 2018

Resenha | As Crônicas de Bane - Cassandra Clare, Sarah Rees Brennan, Maureen Johnson





Autor: Cassandra Clare, Sarah Rees Brennan, Maureen Johnson
Editora: Galera Record
Páginas: 388
Avaliação:
      


Sou suspeita para falar quando o assunto é Magnus Bane, pois entre os muitos personagens criados pela autora Cassandra Clare, ele sem dúvida é o meu favorito. O livro “As Crônicas de Bane” traz onze contos relacionados à vida do feiticeiro. Alguns deles são sobre as aventuras de Bane, enquanto outros estão relacionados aos personagens conhecidos das séries "Os instrumentos mortais" e "As peças infernais". Então, se ainda não leu ambas as séries recomendo que faça isso antes de ler este livro. Caso contrário terá muitos spoilers, além de não compreender algumas referências de fatos futuros e árvore genealógica de algumas famílias de caçadores de sombras no qual Magnus Bane teve contato, mantendo uma forte consideração e importância em sua vida.

Todos os fatos apresentados no livro são relevantes de alguma maneira, Magnus é alguém marcante que deixa um pouco de si, para as pessoas que fazem e fizeram parte da sua vida e isso é fascinante. Ele viu muita coisa, viveu intensamente e procurou sempre seguir seus instintos e coração. Cada um dos contos explora esse modo intenso de Magnus. 

Há muito sobre a amizade de Ragnor Fell e Catarina Loss. Assim como a amizade também duradora de Tessa Gray e o encantamento de Magnus por Will Herondale e seu parabatai Jem Carstairs. Histórias não contadas nos demais livros como o surgimento do Hotel Dumort; A mudança dos Acordos estabelecendo uma nova lei para caçadores de sombras e submundanos; Como Rafael Santiago virou um vampiro e em quais circunstâncias isso ocorreu; O doloroso sacrifício em nome do amor de Edmund Herondale; O surgimento do Círculo de Valentim Morgenstern e o duelo trágico com Magnus Bane; O primeiro encontro de Jocelyn Fairchild com Clary ainda bebê na residência de Magnus Bane com Tessa Gray fazendo o papel de auxiliadora, fazem parte das Crônicas de Bane.

Um personagem tão cativante, marcante, mágico e único também teve seu coração machucado por muitos amores e o livro divide com o leitor grande parte desses momentos de Magnus. Muitos intensos, outros tristes, porém em todos o feiticeiro se entregou a cada instante. Até que enfim surgiu Alexandre Lightwood para balançar suas estruturas e o feitiço literalmente viu o feitiço se virar contra o feiticeiro. Ainda estou superando o momento que Magnus diz estar nem aí para o piralho dos Lightwood...Que boca em Magnus Bane (rs). 

Todas as partes com Alec são lindas e fofas, mas também gostei bastante dos diversos detalhes sobre a relação de amor e ódio de Magnus e Camille. O livro da uma explicação sólida sobre como a paixão que Magnus sentia pela vampira aos poucos se acabou e o porque Alec acaba se tornando seu par ideal. Enfim gostei bastante disso.


Sabe aquele tipo de livro que você fica com saudades quando acaba a leitura? Este foi "As Crônicas de Bane" para mim. Amei esse livro do início ao fim! Foi muito difícil devolvê-lo para estante. Leria novamente e já é um dos meus favoritos! Mal vejo a hora do lançamento da série exclusiva de Magnus, estou contando os minutos! Obrigada Cassie. #Recomendo

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

Curiosidades | Minhas leituras de Janeiro



Janeiro de muitas leituras?
Sim! Mas apenas duas foram finalizadas.

O mês de Janeiro foi um mês muito produtivo em relação as leituras. Realmente iniciei a leitura de vários livros, mas como já está virando um hábito finalizei a leitura de apenas dois livros, sendo eles: Maze Runner: A Cura Mortal e A Garota do Calendário: Janeiro. Então vamos lá!




Para pagar a dívida de seu pai a um agiota no valor de um milhão de dólares, Mia Saunders, se submete a ser acompanhante de luxo. Sua missão é trabalhar durante um ano na empresa de sua tia e pagar mensalmente a dívida. Ao ler "Janeiro", tudo indicava que Mia era a pessoa perfeita para esse tipo de trabalho pelo fato de não se envolver a ponto de se apaixonar ( Apesar da personagem deixar claro que se apaixonou por cada homem que já dormiu), e por causa de suas experiências passadas ela não acredita mais no amor. Ela aparenta ser inteligente, bonita, possui amor próprio, alguém que dificilmente entregaria seu coração de primeira. Porém basta avançar poucas páginas para a história mudar. Isso foi o que me fez gostar do primeiro livro dessa série. O fato de a atração virar rapidamente um romance. Porém, o combinado era não se apaixonar por Wes, e um deles se apaixona. Ambos não sabem como prosseguir, e Mia terá que partir em breve. Isso envolve o leitor, tornando a leitura rápida.



Esse foi um livro que me fez sentir vários sentimentos contraditórios, uma hora eu gostava outra não do que lia, e assim foi até o final do livro. O que começa de maneira empolgante, fica tedioso. Além disso uma das minhas maiores expectativas era saber sobre a vida passada de Thomas e essa informação não é colocada no livro, o que me deixou decepcionada. Ao ler essa série foi natural pensar que Thomas como o líder que foi ao longo da trilogia, encontraria uma solução para deter o CRUEL e isso não ocorre. Simplesmente a mesma pessoa que começa com a bagunça, termina ou seja Ava Paige. Muitas repetições, com um final que deixa a desejar, sendo inconclusivo. Além de muitas mortes que tinham tudo para serem evitadas. Estou tentando compreender o final de Newt até agora. O drama referente a ele foi um ponto interessante do livro, claro que sim, mas como Minho, Teresa e Thomas, ele buscava a liberdade que nos momentos finais foi tirada dele. Até o que aconteceu com Teresa teve mais sentido. Enfim, este não foi o melhor livro da série.

Espero que tenham gostado das minhas leituras de Janeiro. 
Até o próximo mês, leitores!




sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

Resenha | Maze Runner - A Cura Mortal - James Dashner - Livro 3



Autor: James Dashner
Editora: V&R
Páginas: 368
Avaliação: 
   


No terceiro livro da franquia, A Cura Mortal, novamente os clarianos retornam a base do CRUEL, agora a proposta feita para eles é que para seguirem adiante com os experimentos o CRUEL precisa que todos eles recuperem a memória, sendo esse teste a única maneira de conseguir a cura para o Fulgor. Alguns concordam e acreditam no CRUEL, porém Thomas acha arriscado tal procedimento, fugindo da base com seus aliados.

Até este ponto o livro segue o padrão dos dois anteriores, mas com o avanço das páginas o cenário é modificado tantas vezes pela fuga dos personagens, que torna a leitura cansativa pela constante repetição de fatos. O que começa de maneira empolgante, fica tedioso. Além disso uma das minhas maiores expectativas era saber sobre a vida passada de Thomas e essa informação não é colocada no livro, o que me deixou decepcionada. 

Mesmo com essa ausência de narrativa referente ao protagonista, ao final da leitura é possível compreender o real motivo de Teresa dizer que "O CRUEL é bom" , diferente dos demais, a jovem sabia do plano B da Chanceler Ava Paige. Alguém que ordenou os mais drásticos procedimentos com suas cobaias humanas, mostra-se "altruísta", dando a humanidade uma nova chance para se regenerar. Vendo dessa maneira é um final significativo, mas também conflituoso para o leitor da série Maze Runner. Qual o sentido de tantos experimentos, se existia esse "baú de ouro" no final do arco-íris? O mundo não está em ruínas por causa do vírus? 

Metáfora a parte para não revelar mais Spoilers, ao ler essa série foi natural pensar que Thomas como o líder que mostrou ser ao longo da trilogia, encontraria uma solução para deter o CRUEL e isso não ocorre. Simplesmente a mesma pessoa que começa com a bagunça, termina. Foi como se Ava Paige tivesse sido criada apenas nesta intenção, destruir e reconstruir, um plano cheio de falhas com o único objetivo em comum com os clarianos: A sobrevivência dos seres humanos. Sua ação teria uma ênfase maior caso Ava fosse uma personagem melhor elaborada e não uma sombra, que sabíamos quem era, mas não aparecia para os clareanos nos livros.

Outro ponto que me incomodou foi Thomas ficar super indignado pelo fato de Teresa voltar a se aliar ao CRUEL ( afinal ela tinha motivos até consideráveis após recuperar sua memória) e ele sempre se referiu a ela como sua melhor amiga então a traição foi algo duro para Thomas. Porém quando ele descobre sobre Brenda, Thomas simplesmente não se importa com o fato dela ser do CRUEL. Brenda também o traiu e com ela foi tudo um mar de rosas? Por quê?

Muitas repetições, com um final que deixa a desejar, sendo inconclusivo. Além de muitas mortes que tinham tudo para serem evitadas. Estou tentando compreender o final de Newt até agora. O drama referente a ele foi um ponto interessante do livro, claro que sim, mas como Minho, Teresa e Thomas, ele buscava a liberdade que nos momentos finais foi tirada dele. Até o que aconteceu com Teresa teve mais sentido pelo motivo que citei acima. Enfim, este não foi o melhor livro da série. 

Era para ser um livro que encerra uma trilogia maravilhosa? Era, mas... 
Realmente estou me perguntando o que ocorreu, pois minhas expectativas eram altas e foram frustadas. 


Ainda tenho esperanças quando o assunto é Maze Runner, então vou ler os outros livros complementares. Espero sinceramente que eles sejam uma maré de significados que façam o final dessa trilogia ter todo o sentido ao concluir as leituras.

sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

Minhas Leituras | A primeira das nove pilhas de 2018 #Pilha1 #TOP10


Para aqueles que acompanham as minhas postagens aqui no Paraíso dos Livros, viram que este ano decidi não fazer uma lista com um número, gênero ou títulos específicos. Isso porque ao organizar a minha estante para criar a lista do ano de 2018, percebi que tinha muitos livros ainda "não lidos", sendo 85 livros no total. Na postagens em questão, informei os títulos das possíveis leituras deste ano ( Clique aqui para ver ). Mas como organizar uma ordem de leitura com tantos livros disponíveis?

Simples! Simples! 

Meu objetivo é ler o maior número de livros da minha estante, então irei dividi-los em 9 pilhas. Ao finalizar a leitura da primeira pilha, colocarei a próxima aqui no blog e assim por diante. Então, os primeiros 10 livros escolhidos para minha meta que fazem parte da #Pilha1 e #TOP10 são:

• Harry Potter e a ordem da fênix 
• A Garota calendário - janeiro ( ✸ Lido >> Veja a Resenha aqui )
• A Garota calendário - fevereiro 

• Maze Runner - A cura mortal
• Maze Runner - ordem de extermínio 


• Maze Runner - arquivos

• Dead fall (duologia Blackbird)
• As crônicas de Bane
• Crepúsculo ed. de 10 anos (2 em 1) 
• A Hospedeira


Espero que tenho gostado da Pilha 1! 
Até a próxima pilha, leitores!



sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

Resenha | A Garota do Calendário - Janeiro - Audrey Carlan - Livro 1



Autor: Audrey Carlan
Editora: Verus Editora
Páginas: 144
Avaliação:
      


Para pagar a dívida de seu pai a um agiota no valor de um milhão de dólares, Mia Saunders, se submete a ser acompanhante de luxo. Sua missão é trabalhar durante um ano na empresa de sua tia e pagar mensalmente a dívida. O primeiro mês começa, e ela conhece Weston Charles Channing III, um roteirista de cinema, que balança com suas estruturas. Seria apenas trabalho, porém durante o mês o envolvimento de ambos cresce, seus sentimentos afloram, tornando tudo um jogo perigoso.

Ao ler "Janeiro", tudo indicava que Mia era a pessoa perfeita para esse tipo de trabalho pelo fato de não se envolver a ponto de se apaixonar ( Apesar da personagem deixar claro que se apaixonou por cada homem que já dormiu), e por causa de suas experiências passadas ela não acredita mais no amor. Ela aparenta ser inteligente, bonita, possui amor próprio, alguém que dificilmente entregaria seu coração de primeira. Porém basta avançar poucas páginas para a história mudar. Isso foi o que me fez gostar do primeiro livro dessa série. O fato de a atração virar rapidamente um romance.

Mia vê o trabalho como uma necessidade, mas ao conhecer Wes, essa perspectiva se altera. A relação deles começa como uma amizade, até que surge um desejo avassalador e recíproco. Tudo pelo prazer, eles se divertem e aproveitam a chance que o destino os deu. Jovens, se aventurando em suas fantasias sexuais por um mês. Porém, o combinado era não se apaixonar, e um deles se apaixona. Ambos não sabem como prosseguir, e Mia terá que partir em breve. Isso envolve o leitor, tornando a leitura rápida. 

Para um primeiro livro o conjunto dos fatores foi positivo, mas é inevitável não pensar que Mia talvez se apaixone pelo homem de cada mês. O que não faria muito sentido, já que seu foco é ajudar o pai, pela lógica o que ela está fazendo seria um sacrifício necessário para um fim e não "Mia e suas aventuras pelo prazer". Essa nova realidade da protagonista, só terá significado se ao longo da jornada Mia tiver lições a serem aprendidas. Espero que esse seja o caso. Pois, até o momento tudo foi muito fácil e clichê com um homem perfeito, amoroso e cavalheiro em seu caminho.


Queria muito que Mia tivesse aceitado a proposta de Wes, mas ela precisa continuar, então estou curiosa por Fevereiro. São mais onze meses para ela lidar com sentimentos, desejos e conflitos pessoais, como disse anteriormente espero que a protagonista evolua, amadureça e que as histórias sequentes não sejam apenas sexo e o que seria um tanto decepcionante. Bom, vou ler o próximo livro para saber o que acontecerá.